Se há uma coisa fantástica em relação ao nosso cérebro é que podemos reinventar-nos sempre que quisermos, mesmo que isso implique: a) Muita força dispendida nessa tarefa b) Que os outros nos considerem malucos c) Que comecemos a acreditar nisso! Independentemente das duas últimas consequências…o começar de novo, às vezes do zero, pode ser incrivelmente positivo, dando-nos uma nova visão da realidade, que se encontrava às vezes toldada por circunstâncias várias… Não só criamos uma espécie de “Novo Eu”, como estamos impelidos a que esse novo eu seja mais forte que o anterior, como se nos libertássemos da velha carapaça e surgisse uma nova, pelo que os primeiros tempos são críticos: estamos mais vulneráveis e ainda sensíveis…Vai demorar algum tempo a ficarmos com uma protecção tão forte como tínhamos. Mas esse processo é necessário (e obrigatório), e julgo eu própria estar naquela fase em que o meu “exoesqueleto” velho já foi libertado… |
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Ecdise
sábado, 23 de agosto de 2008
"NADA é definitivo..."
A necessidade que temos de justificar a escolha de pessoas erradas como parceiros, com o factor crescimento interior/emocional, prende-se com o facto de justificar perante nós mesmos, a nossa impossibilidade para escolher a pessoa certa..presos à ideia utópica de que essa pessoa existe mesmo!
Para alguns, a química do corpo é tão importante que muitas vezes lhes obscurece a visão da realidade.
Arranjar forças quando se está longe daqueles que, esses sim, nos amam incondicionalmente, para suportar a nossa própria idiotice e para vir ao de cima respirar...é difícil, mas NUNCA será impossível.
É esta a própria essência da vida, tal qual a conheço, tal qual a respiro. Tentar viver os minutos e sobreviver as horas de maior ardor...para mais tarde saborear ainda mais o calor do sol na minha pele, a terra debaixo dos pés, a natureza a respirar por mim, e o mundo a pulsar de contentamento por ainda existir, algures, verdadeiro AMOR, nem que seja na utopia de um sonho que tivémos uma noite...
Para alguns, a química do corpo é tão importante que muitas vezes lhes obscurece a visão da realidade.
Arranjar forças quando se está longe daqueles que, esses sim, nos amam incondicionalmente, para suportar a nossa própria idiotice e para vir ao de cima respirar...é difícil, mas NUNCA será impossível.
É esta a própria essência da vida, tal qual a conheço, tal qual a respiro. Tentar viver os minutos e sobreviver as horas de maior ardor...para mais tarde saborear ainda mais o calor do sol na minha pele, a terra debaixo dos pés, a natureza a respirar por mim, e o mundo a pulsar de contentamento por ainda existir, algures, verdadeiro AMOR, nem que seja na utopia de um sonho que tivémos uma noite...
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
quem semeia ventos
Quem era eu?!
Uma menina. Uma amostra de gente com a mania de que um dia poderia ser alguém.
O dia podia ser hoje...
Os minutos passam e olho incessantemente para o relógio.
A dor que me esmaga o peito é inexplicável, e a verdade é que já me tinha esquecido como o emocional pode ser tremendamente físico.
(Tudo começou tão rápido que era fácil prever o desfecho)
Arrumo a casa "ao de leve", lavo os lençóis que ajudei a sujar, numa tentativa vã de me reconciliar comigo, resolvendo os quebra cabeças que ecoam no meu cérebro e fazem o meu sangue latejar.
Preparo-me para o inevitável. As horas passam lentamente, mas ao mesmo tempo sinto que envelheci anos.
Esforço-me por esboçar um sorriso amarelo: mereço-o. Fui eu quem mais trabalhou neste sentido.
Apesar de tudo há uma coisa da qual me orgulho: não preciso de ajuda para me sentir miserável!!
O que tento fazer é limpar a bruteza que transporto, limar arestas...aquela mania de que gosto tanto de mim que os outros podem esperar... (Às vezes os outros não podem esperar.Às vezes têm mais que fazer do que aturar imbecilidades)
Do que ando a precisar é de um regresso ao passado. Sentir os pés na terra seca do Alentejo.
Abraçar uma árvore e pedir-lhe perdão. Sombra. Assentar os meus pés na terra e as mãos num tronco forte, rugoso e vivido.
O muito que tenho a aprender, tem, por ora de vir devagar.
O que quero agora é descansar à sombra da última lição, abraçada a esta árvore que imagino nos meus braços.
As minha dores são microscópicas, quase tenho vergonha...
13.08.08
sábado, 15 de dezembro de 2007
terça-feira, 20 de novembro de 2007
terça-feira, 13 de novembro de 2007
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